Resposta rápida
Boa parte das visitas técnicas em usinas solares acontece sem diagnóstico: a equipe vai até o local para descobrir o que houve. Com o monitoramento remoto lendo os dados do inversor, dá para saber antes se é falta de energia da concessionária, internet caída, disjuntor, alarme do inversor ou parte da usina parada. A equipe só sai quando precisa, e sai sabendo o que levar.
Quanto custa uma visita à toa
Cada saída da equipe tem deslocamento, combustível, horas de técnico e, muitas vezes, uma segunda visita porque faltou a peça certa. Em usinas rurais ou em outras cidades, o custo é ainda maior. E, quando a visita era desnecessária, ela ainda tira a equipe de um serviço que paga.
As visitas que o monitoramento evita
Falta de energia da concessionária
Sem rede, o inversor desliga por segurança. Para o cliente, “a usina parou”. Num caso real da nossa carteira, uma usina ficou 141 horas sem gerar por falta de energia da concessionária no local; o diagnóstico mostrou que a solução era acionar a concessionária, não mandar técnico. Em outro dia, 16 usinas da mesma região pararam juntas por cerca de 1 hora: queda regional, nenhuma visita necessária.
Internet ou Wi-Fi caídos
O aplicativo mostra “offline” e o cliente acha que a usina parou. Na maioria das vezes, um roteador trocado ou uma senha nova resolvem por telefone. Veja como orientar o cliente a reconectar.
Disjuntor desarmado
O aviso “comunicando, mas com potência zero” aponta para disjuntor ou inversor. Muitas vezes o próprio cliente religa o disjuntor com orientação.
As visitas que o monitoramento torna certeiras
- Alarme do inversor com código: a equipe sabe se é ventilador, isolamento ou string antes de sair. Num caso real, o alarme F011 (falha no ventilador) apareceu com a usina ainda gerando, dando tempo de programar a troca antes de ela desligar.
- Parte da usina parada: a comparação entre as strings e os microinversores da própria usina mostra qual parte falhou.
Um fluxo simples para a equipe
- Chega o aviso no WhatsApp com a usina, o que aconteceu e a causa provável.
- Se é rede ou internet: orientar o cliente ou acionar a concessionária, sem visita.
- Se é disjuntor: orientar o cliente a religar uma vez; se desarmar de novo, agendar visita.
- Se é alarme de equipamento ou parte da usina parada: agendar visita já com a peça e a ferramenta certas.
Para integradores
O monitoramento da Photongrid lê usinas de várias marcas, reconhece quedas regionais e manda no WhatsApp só o que pede ação, com a causa provável. Veja como funciona para integradores e como organizar o pós-venda da carteira.
Tem uma carteira de usinas? A Photongrid vigia todas, de várias marcas, e te avisa no WhatsApp só o que pede ação.
Pedir propostaPerguntas frequentes
Como saber se a usina parou por falta de energia ou por defeito?
O monitoramento compara as usinas da mesma região e lê o estado do inversor. Várias usinas paradas ao mesmo tempo, ou o inversor indicando falta de rede, apontam para a concessionária, não para defeito.
Dá para resolver problema de usina solar sem visita técnica?
Muitos, sim: falta de energia da concessionária, internet caída e disjuntor desarmado costumam ser resolvidos com orientação ao cliente ou contato com a concessionária. Alarmes de equipamento e strings paradas precisam de técnico.
O monitoramento remoto mostra qual peça trocar?
Ele mostra o alarme do inversor, a causa provável e qual parte da usina parou, o que permite à equipe sair com a peça e a ferramenta certas. A confirmação final é feita no local.